Se o ecossistema operar com volume diário acima de R$ 5 bilhões em registros nos primeiros 60 dias, o spread médio de antecipação de duplicata para empresa de médio porte cai entre 120 e 180 pontos-base até o final do quarto trimestre de 2026; em qualquer cenário, a primeira disputa relevante sobre conflito de prioridade entre cessão fiduciária de duplicata escritural e penhora trabalhista chega ao STJ até o terceiro trimestre de 2027.
Previsões publicadas
Cada peça do Veredicto crava uma previsão falsificável: um cenário com gatilho mensurável e prazo. Aqui está o histórico aberto. Não publicamos só o que acertamos.
Como avaliamos: uma previsão entra como Pendente quando publicada e migra para Cumprida, Não cumprida ou Vencida conforme o gatilho expira ou se materializa. A avaliação é assinada e datada na nota de rodapé da previsão. Não removemos nem editamos previsões erradas.
Até dezembro de 2026, ao menos duas SCDs em operação protocolam pedido de transformação em banco múltiplo perante o Banco Central, e ao menos uma desiste no meio do caminho ou converte o pedido em janela menos custosa (banco de investimento sem carteira comercial).
O Copom pausa em 14,25% na próxima reunião, sem corte adicional, e o USD/BRL fecha junho acima de R$ 5,10. Adicionalmente, condicionado: se o IPCA-15 de junho vier abaixo de 0,45% mensal com câmbio se estabilizando até R$ 5,15, a janela de mais um corte (25 pontos-base) reabre para agosto; se o câmbio romper R$ 5,20 e o IPCA-15 superar 0,55%, a Selic fica em 14,25% até pelo menos o fim de outubro.
Com o corte de junho consumado, o próximo gatilho é o IPCA-15 de junho, na última semana do mês. Se vier abaixo de 0,50% mensal e o WTI sustentar abaixo de US$ 80 até a primeira semana de agosto, novo corte de 25 a 50 pontos-base na reunião seguinte e Selic terminando 2026 entre 13,00% e 13,25%. Se o petróleo voltar acima de US$ 90 ou o IPCA de junho superar 0,65%, o comitê pausa em 14,25% e estende a espera para o quarto trimestre.
Se IPCA-15 de junho vier abaixo de 0,50% e WTI sustentar abaixo de US$ 80 até a primeira semana de agosto/2026, Copom corta 25-50 bps e Selic termina 2026 entre 13,00% e 13,25%; caso contrário (WTI>90 ou IPCA jun>0,65%), pausa em 14,25% até 4T 2026.
Precondições 1/4
- PendenteIPCA-15 de junho/2026 vem abaixo de 0,50% mensalIBGE divulga IPCA-15 na última semana de junho/2026. Conferir variação mensal.
- AtendidaWTI sustenta abaixo de US$ 80/bbl até a primeira semana de agosto/2026Petróleo WTI: 69,23 US$/barril vs. gatilho < 80,00 US$/barril · em 2026-06-26
- Não atendidaWTI volta acima de US$ 90/bbl (cenário de pausa)Petróleo WTI: 69,23 US$/barril vs. gatilho > 90,00 US$/barril · em 2026-06-26
- PendenteIPCA-15 de junho/2026 supera 0,65% mensal (cenário de pausa)IBGE divulga IPCA-15 na última semana de junho/2026. Conferir se variação mensal > 0,65%.
Resultados previstos 0/3
- PendenteCopom corta Selic em 25 a 50 bps na reunião seguinte (jul/2026)Verificar ata/decisão Copom de julho/2026: corte entre 25 e 50 bps.
- Não atendidaSelic meta termina 2026 entre 13,00% e 13,25%Selic meta: 14,25 % a.a. vs. gatilho entre 13,00-13,25 % a.a. · em 28/06/2026
- PendenteCopom pausa em 14,25% e estende espera até o 4T 2026Verificar decisões Copom de julho a setembro/2026: manutenção em 14,25%, sem corte antes do 4T.
Até o segundo trimestre de 2027, a AMEC publica revisão do Código Brasileiro de Stewardship com tier de adesão escalonada, e a Previc emite orientação amarrando deveres de engajamento à Resolução CGPC 13/2004; companhias listadas com EFPC acima de 3% no capital começam a divulgar canal formal de stewardship engagement no formulário de referência.
Se até o 2T 2027 a AMEC publicar revisão do Código de Stewardship com tier escalonado, a Previc emitir orientação ligando engajamento à Resolução CGPC 13/2004 e companhias com EFPC >3% começarem a divulgar canal formal no FR, a previsão se confirma.
Precondições 0/3
- PendenteAMEC publica revisão do Código Brasileiro de Stewardship com tier de adesão escalonadaVerificar site da AMEC (amecbrasil.org.br) e comunicados de imprensa por publicação de nova versão do Código com sistema de tiers de adesão.
- PendentePrevic emite orientação amarrando deveres de engajamento à Resolução CGPC 13/2004Monitorar Instruções, Ofícios Circulares e Guias de Melhores Práticas publicados pela Previc (gov.br/previc) referenciando a Resolução CGPC 13/2004 e deveres de stewardship/engajamento.
- PendenteCompanhias listadas com EFPC acima de 3% no capital passam a divulgar canal formal de stewardship engagement no formulário de referênciaConferir amostra de Formulários de Referência (CVM/RAD) de companhias com participação relevante de EFPCs (Previ, Petros, Funcef etc.) buscando seção dedicada a canal formal de stewardship engagement.
Em 12 meses do IPO, a ação negocia abaixo do preço de oferta em pelo menos uma janela de 30 dias, e a volatilidade implícita do papel se mantém acima de 60% anualizados por todo o segundo semestre de 2026, conforme o padrão de IPOs precificados em mania.
Se em 12 meses do IPO da SpaceX a ação ficar abaixo do preço de oferta por uma janela de 30 dias e a volatilidade implícita ficar acima de 60% no 2S2026, então o padrão de IPO em mania se confirma.
Precondições 0/2
- PendenteAção da SpaceX negocia abaixo do preço de oferta em pelo menos uma janela de 30 dias nos 12 meses pós-IPOComparar preço de fechamento diário vs preço de oferta do IPO; identificar qualquer janela contínua de 30 pregões abaixo. Ticker e preço de oferta ainda não definidos no registro.
- PendenteVolatilidade implícita da ação SpaceX se mantém acima de 60% anualizados durante todo o 2S2026Consultar IV de opções listadas (30d ATM) da ação SpaceX em provedores como Bloomberg/CBOE ao longo de jul-dez/2026; checar se mínimo do período > 60%.
Até o fim de 2026, mais de 70% dos processos administrativos sancionadores (PAS) instaurados pela CVM por uso indevido de informação privilegiada serão encerrados por termo de compromisso ou acordo de supervisão antes do julgamento de mérito pelo colegiado, mantendo a média histórica dos últimos cinco anos.
Se até o fim de 2026 mais de 70% dos PAS por insider trading abertos pela CVM forem encerrados por termo de compromisso ou acordo de supervisão antes do julgamento de mérito, a previsão se confirma.
Precondições 0/1
- PendenteMais de 70% dos PAS da CVM por uso indevido de informação privilegiada são encerrados por termo de compromisso ou acordo de supervisão antes do julgamento de mérito pelo colegiadoConsultar relatórios anuais da CVM (Relatório de Atividade Sancionadora) e/ou levantamento direto no portal de PAS da CVM ao fim de 2026: contar PAS instaurados por insider trading e a fração encerrada via termo de compromisso/acordo de supervisão antes de julgamento de mérito pelo colegiado.
Mesmo com Selic a 14,5% e juros reais próximos de dez pontos, a participação de não residentes em títulos públicos federais não retorna ao pico de 2014-2015 antes do segundo semestre de 2027, salvo convergência de Selic abaixo de 11% sem deterioração do arcabouço fiscal.
A participação de não residentes em títulos públicos federais não retorna ao pico de 2014-2015 antes do 2H 2027, a menos que a Selic caia abaixo de 11% sem deterioração fiscal.
Precondições 1/3
- PendenteParticipação de não residentes em TPF não retorna ao pico de 2014-2015 antes do 2H 2027Consultar relatório mensal do Tesouro Nacional ('Dívida Pública Federal - Relatório Mensal'), série de detentores. Comparar % de não residentes contra o pico histórico de 2014-2015 (~20-21%). Previsão se confirma se, até 30/jun/2027, o % seguir abaixo do pico.
- AtendidaSelic meta não cai de forma sustentada abaixo de 11% no períodoSelic meta: 14,25 % a.a. vs. gatilho ≥ 11,00 % a.a. · em 28/06/2026
- PendenteArcabouço fiscal não sofre deterioração relevante (cláusula de escape do autor)Avaliar editorialmente se houve mudança estrutural no arcabouço fiscal (suspensão de meta, descumprimento reiterado, revisão de regras) até 2H 2027. Fonte: comunicados do Ministério da Fazenda, IFI, relatórios de risco soberano.
Se a audiência de 6 de julho confirmar tarifa de 25% sobre uma lista material de produtos brasileiros, o USD/BRL rompe R$ 5,15 até o fim de julho e o Copom de junho introduz, no comunicado, linguagem que retira explicitamente o viés de afrouxamento. Selic em 14,50% até pelo menos outubro. Se a audiência sinalizar negociação ou tarifa simbólica restrita a aço/alumínio/cobre, o câmbio retorna à faixa R$ 4,95-5,00 e a janela de corte em setembro reabre.
Se a audiência de 6/jul confirmar tarifa de 25% sobre lista material de produtos brasileiros, então USD/BRL rompe R$ 5,15 até fim de julho, Copom de junho retira viés de afrouxamento e Selic permanece em 14,50% até outubro; caso contrário, câmbio volta a R$ 4,95-5,00 e corte em setembro reabre.
Precondições 0/1
- PendenteAudiência de 6 de julho confirma tarifa de 25% sobre lista material de produtos brasileirosVerificar resultado da audiência USTR/Seção 301 em 6/jul/2026: se tarifa de 25% aplicada a lista ampla (além de aço/alumínio/cobre).
Resultados previstos 0/3
- ErroUSD/BRL rompe R$ 5,15 até o fim de julho de 2026AwesomeAPI USD-BRL HTTP 429
- PendenteComunicado do Copom de junho retira explicitamente o viés de afrouxamentoLer comunicado do Copom de jun/2026 e verificar se houve remoção explícita do viés dovish/afrouxamento.
- Não atendidaSelic meta permanece em 14,50% até pelo menos outubro de 2026Selic meta: 14,25 % a.a. vs. gatilho = 14,50 % a.a. · em 28/06/2026
Se a CVM mantiver a flexibilização e o SBCE entrar em fase efetiva de alocação de cotas no segundo semestre de 2027, o spread bid-ask na primeira janela de leilões abre 25 a 40% acima do referencial europeu (EU ETS, fase 4), refletindo desconto por opacidade da base de emissões reportadas.
Se a CVM mantiver a dispensa do reporte de sustentabilidade e o SBCE entrar em fase efetiva de alocação de cotas no 2S 2027, então o spread bid-ask na primeira janela de leilões abre 25-40% acima do referencial EU ETS fase 4.
Precondições 0/2
- PendenteCVM mantém a flexibilização do reporte de sustentabilidade até o 2S 2027Monitorar deliberações/ofícios circulares da CVM sobre o cronograma de obrigatoriedade do reporte de sustentabilidade (IFRS S1/S2). Marcar verdadeiro se até jun/2027 a dispensa/flexibilização permanecer vigente.
- PendenteSBCE entra em fase efetiva de alocação de cotas no 2S 2027Verificar publicação de regulamento e cronograma operacional do SBCE (Lei 15.042/2024) confirmando início da fase de alocação de cotas entre jul/2027 e dez/2027.
Resultados previstos 0/1
- PendenteSpread bid-ask na primeira janela de leilões SBCE abre 25% a 40% acima do referencial EU ETS fase 4Comparar spread bid-ask (%) observado nos primeiros leilões do SBCE com o spread bid-ask médio do EU ETS fase 4 no mesmo período. Verdadeiro se diferença percentual estiver entre +25% e +40%.
Até dezembro de 2026, o estoque de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE) declarado ao BCB ultrapassa US$ 600 bilhões em valor de mercado, com participação crescente de contas em corretoras internacionais de pessoas físicas, categoria que dobrou de tamanho nas três últimas pesquisas anuais.
Até dez/2026, estoque CBE declarado ao BCB ultrapassa US$ 600 bi com peso crescente de contas PF em corretoras internacionais.
Precondições 0/2
- PendenteEstoque CBE declarado ao BCB supera US$ 600 bilhões em valor de mercadoConferir na pesquisa anual CBE publicada pelo BCB (bcb.gov.br/estatisticas/cbe), divulgação geralmente em meados do ano seguinte ao ano-base; usar dado referente a 2026.
- PendenteCategoria de contas de pessoas físicas em corretoras internacionais segue trajetória de duplicação observada nas três últimas pesquisas anuaisVerificar nos detalhamentos da CBE/BCB a rubrica de investimentos em carteira/depósitos de PF no exterior; comparar com as três pesquisas anteriores.
Até o segundo semestre de 2027, ao menos um FIDC de varejo distribuído por plataforma digital aciona suspensão de resgate ou estende prazo de pagamento, e a CVM responde com revisão do Anexo Normativo II antes de revisar o regime geral.
Se até 2H 2027 ao menos um FIDC de varejo distribuído por plataforma digital suspender resgates ou estender prazos, então a CVM revisa o Anexo Normativo II antes do regime geral.
Precondições 0/2
- PendenteFIDC de varejo distribuído por plataforma digital aciona suspensão de resgate ou estende prazo de pagamentoMonitorar fatos relevantes na CVM, comunicados de administradores fiduciários (BRL Trust, Singulare, Oliveira Trust) e cobertura especializada (Pipeline, NeoFeed) sobre gates/extensões em FIDCs distribuídos por XP, BTG Pactual digital, Warren, Órama etc.
- PendenteCVM publica revisão do Anexo Normativo II da Resolução de FIDCs antes de revisar o regime geralAcompanhar agenda regulatória da CVM, audiências públicas e deliberações do Colegiado. Verificar ordem cronológica: revisão do anexo deve preceder revisão do regime geral.
Até o segundo semestre de 2027, a CVM não autoriza ETF de varejo com cesta de participações pré-IPO; a primeira tentativa, se ocorrer, será no formato FIA restrito a qualificados, e o varejo continuará dependendo de conta offshore para esse trade.
Até o 2º semestre de 2027, a CVM não autoriza ETF de varejo com cesta pré-IPO, e qualquer tentativa será via FIA restrito a qualificados.
Precondições 0/3
- PendenteCVM não autoriza ETF de varejo com cesta de participações pré-IPO até o 2S/2027Monitorar normativos, audiências públicas e registros de ETF na CVM até dez/2027; checar se algum ETF listado em B3 com cesta pré-IPO foi aprovado para varejo geral.
- PendenteSe houver tentativa de produto análogo, será em formato FIA restrito a investidores qualificadosVerificar registros de FIAs na CVM com tese pré-IPO/late-stage; confirmar suitability restrita a qualificados.
- PendenteVarejo brasileiro continua dependendo de conta offshore para obter exposição a pré-IPO tipo SpaceXChecar se surgiu algum veículo doméstico acessível ao varejo geral (ticket < R$ 1mi, sem restrição de qualificado) com exposição a participações pré-IPO.
Até dezembro de 2026, entre 12% e 18% dos fundos exclusivos fechados ainda registrados na CVM serão liquidados, convertidos em estrutura aberta ou reorganizados como entidade de investimento elegível ao regime do art. 24 da Lei 14.754/2023; a Receita Federal arrecada R$ 18 a 22 bilhões com as duas janelas de come-cotas do ano, contra R$ 24 bilhões do estoque inicial em 2024.
Até dezembro de 2026, entre 12% e 18% dos fundos exclusivos fechados na CVM serão liquidados/convertidos/reorganizados e a Receita arrecadará R$ 18-22 bi com as duas janelas de come-cotas, ante R$ 24 bi do estoque inicial em 2024.
Precondições 0/2
- PendenteEntre 12% e 18% dos fundos exclusivos fechados registrados na CVM são liquidados, convertidos em estrutura aberta ou reorganizados como entidade de investimento até dez/2026Comparar base de fundos exclusivos fechados na CVM em dez/2026 vs base inicial pós-Lei 14.754/2023; checar boletins CVM/Anbima sobre encerramentos e reorganizações.
- PendenteReceita Federal arrecada entre R$ 18 bi e R$ 22 bi com as duas janelas de come-cotas (mai/2026 e nov/2026) em fundos fechadosConsultar relatórios mensais de arrecadação da RFB após nov/2026, linha de IRRF sobre fundos de investimento (come-cotas), e comparar com baseline de R$ 24 bi de 2024.
Até o quarto trimestre de 2026, o BC firma entre três e cinco termos de compromisso adicionais com instituições de médio porte sobre práticas em eFX e publica orientação infralegal (carta-circular ou norma do CMN) detalhando padrões de execução, melhor preço e divulgação de spread, calibrados pelo FX Global Code do BIS, ao qual o BC aderiu via Statement of Commitment em 2017.
Até o 4T 2026, o BC firma de 3 a 5 termos de compromisso adicionais sobre eFX com instituições de médio porte e publica orientação infralegal (carta-circular ou norma do CMN) calibrada pelo FX Global Code.
Precondições 0/2
- PendenteBC firma entre 3 e 5 termos de compromisso adicionais com instituições de médio porte sobre práticas em eFXMonitorar comunicados do BC e atos do Cade/Decred sobre termos de compromisso relacionados a eFX; contar termos publicados entre 2026-05-27 e 2026-12-31 envolvendo instituições de médio porte.
- PendenteBC publica carta-circular ou norma do CMN detalhando execução, melhor preço e divulgação de spread em eFXVerificar publicações no Diário Oficial e site do BCB/CMN de carta-circular ou resolução normativa tratando de padrões de execução, melhor preço e divulgação de spread em eFX, com referência ao FX Global Code.
Até o encerramento de 2027, menos de cinco IPOs no segmento Novo Mercado terão utilizado estrutura de voto plural, ainda que mais de oitenta companhias americanas tenham aberto capital com dual-class no mesmo período.
Até 31/12/2027, menos de 5 IPOs no Novo Mercado terão usado voto plural, mesmo com mais de 80 IPOs dual-class nos EUA no mesmo período.
Precondições 0/2
- PendenteMenos de 5 IPOs no segmento Novo Mercado da B3 terão usado estrutura de voto plural até o fim de 2027Consultar lista de IPOs do Novo Mercado na B3 entre data de publicação e 31/12/2027, verificando prospectos para identificar uso de voto plural (Lei 14.195/2021). Fontes: B3 (Empresas Listadas), CVM (prospectos), relatórios anuais de IPOs (ANBIMA).
- PendenteMais de 80 companhias americanas terão feito IPO com estrutura dual-class no mesmo períodoConsultar CII (Council of Institutional Investors), Jay Ritter (Univ. Florida) ou Dealogic para contagem de IPOs dual-class nos EUA entre publicação e 31/12/2027.
Selic fica em 14,50% até pelo menos setembro. Se o IPCA de maio (divulgação em meados de junho) vier acima de 0,55% ao mês, o acumulado em doze meses rompe 4,50% e a contagem da carta aberta do presidente do BC começa. Se o IBC-Br de maio confirmar contração, o Copom corta 25 pontos-base em setembro mesmo com inflação acima do teto, sob o argumento de hiato do produto negativo. O ciclo de afrouxamento que o mercado precificava para junho foi empurrado em pelo menos três meses, mas não cancelado.
Se Selic permanecer em 14,50% até setembro/2026, IPCA de maio superar 0,55% m/m e IBC-Br de maio confirmar contração, então IPCA 12m rompe 4,50%, dispara contagem de carta aberta e Copom corta 25 bps em setembro.
Precondições 1/3
- Não atendidaSelic meta permanece em 14,50% a.a. até setembro/2026Selic meta: 14,25 % a.a. vs. gatilho = 14,50 % a.a. · em 28/06/2026
- AtendidaIPCA mensal de maio/2026 vem acima de 0,55%IPCA mensal: 0,58 % vs. gatilho > 0,55 % · em 01/05/2026
- PendenteIBC-Br de maio/2026 confirma contração (variação mensal negativa)Conferir divulgação do IBC-Br de maio/2026 pelo BCB (em torno de meados de julho); precondição confirmada se variação mensal dessazonalizada for negativa.
Resultados previstos 1/3
- AtendidaIPCA acumulado em 12 meses rompe 4,50%IPCA acumulado 12m: 4,72 % vs. gatilho > 4,50 % · em 01/05/2026
- PendenteContagem da carta aberta do presidente do BC é iniciadaVerificar comunicado/ata do BCB ou nota oficial reconhecendo estouro da meta e início de contagem para carta aberta após divulgação do IPCA de maio.
- PendenteCopom corta 25 pontos-base na reunião de setembro/2026Conferir decisão do Copom na reunião de setembro/2026: confirmada se houver corte de exatamente 25 bps na Selic meta.
Até o quarto trimestre de 2026, o Banco Central publica orientação infralegal endurecendo requisitos de captação concentrada via CDB-DI distribuído por corretoras, e o spread de risco entre bancos médios e grandes na captação institucional abre 80 a 120 pontos-base, replicando o padrão Cruzeiro do Sul de 2012.
Se o BC publicar norma infralegal endurecendo captação concentrada via CDB-DI por corretoras e o spread de bancos médios vs grandes abrir 80-120 bps até 4T 2026, então o padrão Cruzeiro do Sul 2012 se replica.
Precondições 0/2
- PendenteBC publica orientação infralegal endurecendo requisitos de captação concentrada via CDB-DI distribuído por corretorasMonitorar comunicados, resoluções e cartas-circulares do BCB até 31/dez/2026; checar agenda regulatória do BC e cobertura especializada (Valor, Capital Reset).
- PendenteSpread de captação institucional entre bancos médios e grandes abre 80 a 120 pontos-baseComparar taxas de CDB/DPGE de bancos médios vs grandes em plataformas (XP, BTG, Anbima) ou relatórios de spread bancário; medir abertura em bps relativa ao baseline pré-caso Master.
Até o terceiro trimestre de 2026, ao menos três processos administrativos sancionadores da CVM envolvendo falha de PLD/FT em operações com interpostas pessoas serão reabertos ou terão pedido de revisão fundamentado na nova lei, testando se a retroatividade penal contamina a esfera administrativa.
Se até o 3T 2026 ao menos três PAS da CVM sobre PLD/FT com interpostas pessoas forem reabertos ou tiverem pedido de revisão com base na Lei 15.397/2026, então a retroatividade penal estará sendo testada na esfera administrativa.
Precondições 0/1
- PendenteAo menos três PAS da CVM envolvendo PLD/FT com interpostas pessoas são reabertos ou recebem pedido de revisão fundamentado na Lei 15.397/2026Monitorar publicações de PAS no site da CVM (decisões do Colegiado e SEI/CVM), buscando termos 'Lei 15.397', 'revisão', 'PLD/FT', 'interposta pessoa'. Contar petições de revisão e despachos de reabertura até 30/set/2026.
A CVM abre consulta pública sobre derivativos de eventos não financeiros até o segundo semestre de 2027, pressionada pela migração de capital brasileiro para plataformas offshore e pelo precedente da Lei 14.790/2023 que já regulou apostas esportivas.
Se a CVM abrir consulta pública sobre derivativos de eventos não financeiros até o 2S 2027, a previsão se confirma.
Precondições 0/1
- PendenteCVM abre consulta pública sobre derivativos de eventos não financeirosVerificar editais e consultas públicas no site da CVM (cvm.gov.br/audiencias-publicas) até 31/12/2027. Confirmar se o objeto trata de derivativos referenciados em eventos não financeiros (eleições, esportes, eventos políticos/culturais).
Se o STJ consolidar a tese restritiva até o terceiro trimestre de 2026, empresas com folha de pagamento superior a R$ 500 milhões anuais devem registrar recuperação de créditos tributários que elevam EBITDA em 1,5% a 3,2%, reprecificando múltiplos de valuation entre setembro e dezembro.
Se o STJ consolidar tese restritiva sobre Sistema S até 3T 2026, empresas com folha >R$500mi registram recuperação de créditos que elevam EBITDA em 1,5%-3,2% e reprecificam valuations entre set-dez/2026.
Precondições 0/1
- PendenteSTJ consolida tese restritiva sobre contribuições ao Sistema S até 3T 2026Acompanhar julgamentos do STJ (1ª Seção / temas repetitivos) sobre limitação da base de cálculo das contribuições ao Sistema S; confirmar trânsito ou acórdão consolidando tese restritiva até 30/set/2026.
Resultados previstos 0/2
- PendenteEmpresas com folha anual >R$500mi reportam uplift de EBITDA entre 1,5% e 3,2% via recuperação de créditosVerificar releases de resultados 3T26/4T26 de companhias listadas com folha >R$500mi (ex: grandes varejistas, bancos, indústrias) buscando rubrica de recuperação de créditos tributários do Sistema S e calcular impacto % sobre EBITDA recorrente.
- PendenteMúltiplos de valuation são reprecificados entre setembro e dezembro de 2026Comparar EV/EBITDA fwd das empresas afetadas entre 01/set/2026 e 31/dez/2026 vs. baseline pré-decisão; checar revisões de target de sell-side citando o tema.
O Copom não corta a Selic antes de setembro de 2026; se o IPCA mensal de maio e junho vier acima de 0,50%, o ciclo de afrouxamento pode ser empurrado para 2027.
Copom não corta a Selic antes de setembro/2026 e, se IPCA mensal de maio e junho ficar acima de 0,50%, o ciclo de afrouxamento é empurrado para 2027.
Precondições 2/3
- PendenteCopom não reduz a Selic meta em nenhuma reunião antes de setembro de 2026Acompanhar comunicados do Copom (BCB) nas reuniões até a de setembro/2026; checar se a Selic meta permaneceu inalterada ou subiu em todas elas.
- AtendidaIPCA mensal de maio/2026 vem acima de 0,50%IPCA mensal: 0,58 % vs. gatilho > 0,50 % · em 01/05/2026
- AtendidaIPCA mensal de junho/2026 vem acima de 0,50%IPCA mensal: 0,58 % vs. gatilho > 0,50 % · em 01/05/2026
Resultados previstos 0/1
- PendenteInício do ciclo de afrouxamento monetário é empurrado para 2027 (sem cortes em 2026)Verificar, ao fim de 2026, se houve algum corte da Selic meta no ano; se não, outcome confirmado.
Se a SPA/MF não publicar normativo distinguindo mercados preditivos de apostas esportivas até o terceiro trimestre de 2026, o fluxo de capital brasileiro nessas plataformas permanecerá integralmente fora do perímetro regulatório doméstico, consolidando uma assimetria que se torna irreversível com a eleição de 2026.
Se SPA/MF não publicar normativo distinguindo mercados preditivos de apostas esportivas até 3T 2026, então fluxo brasileiro nessas plataformas permanece fora do perímetro regulatório doméstico, consolidando assimetria irreversível com a eleição de 2026.
Precondições 0/1
- PendenteSPA/MF não publica normativo distinguindo mercados preditivos de apostas esportivas até 30/set/2026Monitorar Diário Oficial da União e site da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA/MF) até 30/09/2026 buscando portaria, instrução normativa ou nota técnica que diferencie mercados preditivos (event contracts) de apostas esportivas de quota fixa.
Resultados previstos 0/2
- PendenteFluxo de capital brasileiro em plataformas de mercados preditivos permanece integralmente fora do perímetro regulatório domésticoVerificar, após 3T 2026 e durante o ciclo eleitoral, se há registro/autorização de plataformas de mercados preditivos pela SPA/MF, CVM ou BCB; ausência de qualquer marco regulatório doméstico aplicável confirma o outcome.
- PendenteAssimetria regulatória se consolida como irreversível após a eleição de 2026Avaliação editorial pós-eleição (out-dez/2026): checar se houve consolidação de plataformas estrangeiras dominando o fluxo brasileiro sem contrapartida doméstica e se a agenda regulatória saiu do radar da nova legislatura/executivo.
Até o terceiro trimestre de 2026, a Previc publicará ao menos uma orientação normativa sobre transparência em processos de seleção e rejeição de ativos de crédito privado, pressionada pelo precedente Master e pela proximidade da regulamentação da reforma tributária sobre fundos fechados.
Se a Previc publicar ao menos uma orientação normativa sobre transparência em seleção/rejeição de ativos de crédito privado até o 3T 2026, a previsão se confirma.
Precondições 0/1
- PendentePrevic publica ao menos uma orientação normativa sobre transparência em processos de seleção e rejeição de ativos de crédito privadoMonitorar site da Previc (gov.br/previc) na seção de Instruções/Orientações Normativas e diário oficial até 30/set/2026. Conferir se o objeto trata especificamente de transparência em seleção/rejeição de crédito privado.
Se o WTI se mantiver acima de US$ 100 até a reunião de junho e o IPCA-15 de maio superar 0,60%, o Copom interrompe o ciclo de cortes e a NTN-B 2035 abre 30-50 bps em 10 sessões úteis, revertendo o ganho de marcação a mercado do primeiro semestre.
Se WTI ≥ US$ 100 + IPCA-15 maio > 0,60% até 18/jun, então Copom pausa em 14,50% e NTN-B 2035 abre 30-50 bps em 10 sessões.
Precondições 0/2
- Não atendidaWTI fecha acima de US$ 100/bblPetróleo WTI: 69,23 US$/barril vs. gatilho ≥ 100,00 US$/barril · em 2026-06-26
- PendenteIPCA-15 de maio supera 0,60%IBGE divulga IPCA-15 de maio por volta de 22/mai. Anotar valor e marcar met conforme a leitura.
Resultados previstos 0/2
- Não atendidaCopom mantém Selic em 14,50% na reunião de 18/junCopom cortou a Selic para 14,25% em 17/06/2026 (não pausou) · Agência Brasil / BCB · anotado em 2026-06-21
- PendenteNTN-B 2035 abre 30-50 bps em 10 sessões úteis pós-decisãoComparar fechamento Anbima/Tesouro Direto antes da decisão vs. 10º pregão útil seguinte. Met=true se variação dentro de [+30 bps, +50 bps]; met=false se fora do range em qualquer direção.
Se o IPCA de abril vier acima de 0,55% e o petróleo se mantiver acima de US$ 105, o Copom pausa em junho e não retoma cortes antes de setembro.
Se IPCA de abril vier acima de 0,55% e petróleo Brent se mantiver acima de US$ 105, então Copom pausa em junho e não retoma cortes antes de setembro/2026.
Precondições 1/2
- AtendidaIPCA mensal de abril/2026 acima de 0,55%IPCA mensal: 0,58 % vs. gatilho > 0,55 % · em 01/05/2026
- Não atendidaBrent se mantém acima de US$ 105/bbl até a reunião de junhoPetróleo Brent: 72,60 US$/barril vs. gatilho ≥ 105,00 US$/barril · em 2026-06-26
Resultados previstos 0/2
- PendenteCopom pausa o ciclo de cortes na reunião de junho/2026Verificar comunicado do Copom da reunião de junho/2026: manutenção da Selic meta.
- PendenteCopom não retoma cortes antes da reunião de setembro/2026Conferir decisões do Copom de junho, julho e (se houver) agosto/2026: nenhuma deve reduzir a Selic meta.
Se o Banco Central não publicar a regulamentação infralegal definitiva até o terceiro trimestre de 2026, o mercado brasileiro de criptoativos consolidará uma estrutura dual: operações tributadas e rastreáveis em exchanges licenciadas respondendo por menos da metade do volume real, e o restante fluindo por canais sem supervisão prudencial.
Se o Banco Central não publicar a regulamentação infralegal definitiva de criptoativos até o 3T 2026, então o mercado brasileiro consolidará estrutura dual com exchanges licenciadas respondendo por menos da metade do volume real.
Precondições 0/1
- PendenteBanco Central não publica regulamentação infralegal definitiva de criptoativos até o fim do 3T 2026Monitorar publicações normativas do BCB (Resoluções BCB, Circulares) e comunicados oficiais sobre o marco da Lei 14.478/2022 até 30/09/2026. Checar site bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/criptoativos.
Resultados previstos 0/2
- PendenteExchanges licenciadas no Brasil respondem por menos de 50% do volume real de operações com criptoativosComparar volume reportado por exchanges licenciadas (dados ABCripto, Receita Federal IN 1888, relatórios setoriais) com estimativas de volume total incluindo P2P, DEX e canais offshore (Chainalysis, TRM Labs, Kaiko). Avaliar ao fim do 3T/início 4T 2026.
- PendenteMaior parte do fluxo de criptoativos no Brasil ocorre por canais sem supervisão prudencialMesma fonte do outcome anterior; é a contrapartida lógica. Confirmar via relatórios de inteligência on-chain e reportagens setoriais.
Se a dissidência persistir na reunião de junho e o petróleo WTI se mantiver acima de US$ 100, o Copom não terá espaço para cortar a Selic antes de setembro de 2026, mesmo com IPCA em 4,14%.
Se a dissidência no FOMC persistir em junho/2026 e o WTI seguir acima de US$ 100, então o Copom não cortará a Selic antes de setembro/2026.
Precondições 0/2
- PendenteFOMC de junho/2026 registra dissidência (voto não unânime)Verificar comunicado e statement do FOMC após a reunião de junho/2026; checar se há votos dissidentes registrados.
- Não atendidaWTI mantém-se acima de US$ 100/bblPetróleo WTI: 69,23 US$/barril vs. gatilho ≥ 100,00 US$/barril · em 2026-06-26
Resultados previstos 0/1
- PendenteSelic meta não é reduzida antes de setembro/2026Conferir atas/decisões do Copom nas reuniões anteriores a setembro/2026: confirmar que a Selic meta não foi cortada em nenhuma delas (manutenção ou alta apenas).
A primeira tentativa brasileira de enquadrar prediction markets virá por subsunção à Lei 14.790/2023 (apostas de quota fixa) entre o segundo semestre de 2026 e o primeiro de 2027; a CVM responderá com consulta pública até o segundo semestre de 2027, em modelo híbrido próximo ao do Monetary Authority of Singapore; a primeira plataforma doméstica operando via sandbox regulatório aparece em 2029.
Se o Brasil enquadrar prediction markets via Lei 14.790/2023 entre 2H2026 e 1H2027, a CVM abrir consulta pública até 2H2027 e a primeira plataforma doméstica operar via sandbox até 2029, então a previsão se confirma.
Precondições 0/3
- PendenteAutoridade brasileira enquadra prediction markets por subsunção à Lei 14.790/2023 (apostas de quota fixa) entre 2H2026 e 1H2027Acompanhar atos normativos da SPA/MF, Receita ou CVM citando Lei 14.790/2023 aplicada a prediction markets; janela jul/2026 a jun/2027.
- PendenteCVM abre consulta pública sobre prediction markets até 2H2027, em modelo híbrido tipo MAS SingapuraMonitorar editais de consulta pública no site da CVM até 31/dez/2027.
- PendentePrimeira plataforma doméstica de prediction market opera via sandbox regulatório em 2029Verificar comunicados de sandbox da CVM e lançamento operacional de plataforma doméstica durante 2029.
Se o IPCA acumulado em 12 meses ultrapassar 4,5% até setembro de 2026 e o Brent se mantiver acima de US$ 95, o Executivo edita medida provisória de contenção tarifária antes do primeiro turno de outubro, comprimindo margens das distribuidoras mais expostas à Parcela A em 8-15% frente ao cenário-base.
Se IPCA 12m superar 4,5% até set/2026 e Brent seguir acima de US$ 95, então o Executivo edita MP de contenção tarifária antes do 1º turno de outubro, comprimindo margens das distribuidoras expostas à Parcela A em 8-15%.
Precondições 1/2
- AtendidaIPCA acumulado em 12 meses ultrapassa 4,5% até set/2026IPCA acumulado 12m: 4,72 % vs. gatilho > 4,50 % · em 01/05/2026
- Não atendidaBrent se mantém acima de US$ 95/bblPetróleo Brent: 72,60 US$/barril vs. gatilho ≥ 95,00 US$/barril · em 2026-06-26
Resultados previstos 0/2
- PendenteExecutivo edita MP de contenção tarifária antes do 1º turno de outubro/2026Verificar publicação de MP no DOU com objeto de contenção tarifária do setor elétrico até 04/10/2026 (data do 1º turno).
- PendenteMargens das distribuidoras mais expostas à Parcela A caem 8-15% vs cenário-baseComparar margem EBITDA/líquida das distribuidoras (ex: Equatorial, Energisa, CPFL, Neoenergia) nos resultados 3T26/4T26 contra guidance/consenso pré-MP; aferir compressão de 8-15%.
Se o IPCA de abril superar 0,7% com WTI acima de US$ 85, o acumulado em doze meses rompe o teto de 4,5% antes de junho, aciona carta aberta do presidente do BC (Decreto 12.079/2024) e elimina qualquer corte de Selic até o primeiro trimestre de 2027. Se o IPCA de abril vier abaixo de 0,5% com petróleo recuando para US$ 75-80 (reabertura de Ormuz), o Copom de junho ganha espaço para sinalizar fim do ciclo de alta e a curva prefixada intermediária (DI jan/28, jan/29) fecha entre 30 e 50 pontos-base.
Se o IPCA de abril/2026 superar 0,7% com WTI acima de US$ 85, então o IPCA 12m rompe 4,5% antes de junho/2026, aciona carta aberta do BC e elimina cortes de Selic até o 1T 2027.
Precondições 0/2
- Não atendidaIPCA mensal de abril/2026 supera 0,70%IPCA mensal: 0,58 % vs. gatilho > 0,70 % · em 01/05/2026
- Não atendidaWTI se mantém acima de US$ 85/bbl no períodoPetróleo WTI: 69,23 US$/barril vs. gatilho > 85,00 US$/barril · em 2026-06-26
Resultados previstos 1/3
- AtendidaIPCA acumulado em 12 meses ultrapassa 4,5% antes de junho/2026IPCA acumulado 12m: 4,72 % vs. gatilho > 4,50 % · em 01/05/2026
- PendentePresidente do BC publica carta aberta nos termos do art. 6º do Decreto 12.079/2024Verificar publicação de carta aberta no site do BC após divulgação do IPCA que romper o teto da meta
- PendenteCopom não reduz a Selic em nenhuma reunião até o fim do 1T 2027Acompanhar atas e decisões do Copom de jun/2026 até mar/2027; previsão falha se houver qualquer corte nesse intervalo
Se o IPCA de abril (divulgação em meados de maio) vier abaixo de 0,50% e o núcleo de serviços subjacentes recuar para a faixa de 0,40%-0,45% no mês, o Copom ganha graus de liberdade para um corte de 50 pontos-base em setembro. Se o IPCA de abril superar 0,80%, a Selic a 14,75% deixa de ser teto e volta a ser degrau.
Se o IPCA de abril/2026 vier abaixo de 0,50% e o núcleo de serviços subjacentes ficar entre 0,40% e 0,45%, o Copom corta 50 bps em setembro/2026; se IPCA superar 0,80%, a Selic volta a subir acima de 14,75%.
Precondições 0/3
- Não atendidaIPCA mensal de abril/2026 fica abaixo de 0,50%IPCA mensal: 0,58 % vs. gatilho < 0,50 % · em 01/05/2026
- PendenteNúcleo de serviços subjacentes de abril/2026 fica entre 0,40% e 0,45% no mêsConferir nota do BCB de núcleos de inflação (divulgada junto ao IPCA de meados de maio/2026); checar a série de serviços subjacentes.
- Não atendidaIPCA mensal de abril/2026 supera 0,80%IPCA mensal: 0,58 % vs. gatilho > 0,80 % · em 01/05/2026
Resultados previstos 1/2
- AtendidaCopom corta a Selic em 50 bps na reunião de setembro/2026 (Selic meta cai para 14,25%)Selic meta: 14,25 % a.a. vs. gatilho ≤ 14,25 % a.a. · em 28/06/2026
- Não atendidaSelic meta volta a subir acima de 14,75% (deixa de ser teto)Selic meta: 14,25 % a.a. vs. gatilho > 14,75 % a.a. · em 28/06/2026
Com a Selic a 14,25% e volatilidade implícita do WIN oscilando entre 18% e 22% no segundo trimestre de 2026, os sistemas de rompimento (ORB, breakout pós-notícia) tendem a gerar mais sinais válidos que os de reversão até que o ATR de 20 dias do mini-índice recue abaixo de 1.800 pontos.
Se Selic permanecer em 14,25%, volatilidade implícita do WIN ficar entre 18% e 22% e ATR-20 do WIN seguir acima de 1.800 pontos no 2T 2026, então sistemas de rompimento gerarão mais sinais válidos que os de reversão.
Precondições 1/3
- AtendidaSelic meta em 14,25% a.a.Selic meta: 14,25 % a.a. vs. gatilho = 14,25 % a.a. · em 28/06/2026
- PendenteVolatilidade implícita do WIN entre 18% e 22% no 2T 2026Conferir VI do WIN (mini-índice) em provedor de dados de opções/B3 ao longo do 2T 2026; condição satisfeita se oscilar dentro da faixa 18%-22%.
- PendenteATR de 20 dias do WIN acima de 1.800 pontosCalcular ATR(20) diário do mini-índice WIN; condição vigente enquanto ATR-20 ≥ 1.800 pts.
Resultados previstos 0/1
- PendenteSistemas de rompimento (ORB, breakout pós-notícia) geram mais sinais válidos que os de reversão no WIN/WDO no 2T 2026Avaliação editorial via backtest/forward test comparando taxa de acerto e expectância de sistemas ORB e breakout vs. reversão no período.
Consulta pública ou edital de audiência restrita sobre registro e reporte de estruturas de gestão patrimonial privada sai até dezembro de 2026; se a CVM atrasar, a Receita Federal antecipa o cerco via obrigações acessórias da reforma tributária (Lei Complementar 214/2025) aplicáveis a holdings patrimoniais a partir de janeiro de 2027.
Se a CVM publicar consulta pública ou edital de audiência restrita sobre registro/reporte de estruturas de gestão patrimonial privada até dezembro de 2026, a previsão se confirma; caso contrário, a Receita Federal antecipa o cerco via obrigações acessórias da LC 214/2025 a partir de janeiro de 2027.
Precondições 0/2
- PendenteCVM publica consulta pública ou edital de audiência restrita sobre registro e reporte de estruturas de gestão patrimonial privada até 31/dez/2026Monitorar página de Audiências Públicas da CVM (cvm.gov.br) e Diário Oficial até 31/12/2026 buscando edital sobre family offices, gestão patrimonial privada, single/multi family offices ou estruturas de wealth management.
- PendenteCaso a CVM não publique, Receita Federal aplica obrigações acessórias da LC 214/2025 a holdings patrimoniais a partir de janeiro de 2027Verificar em jan/2027 se RFB editou instrução normativa regulamentando obrigações acessórias da reforma tributária (LC 214/2025) aplicáveis a holdings patrimoniais. Checar site RFB e DOU.
Se a CVM não abrir consulta pública ou edital de Sandbox Regulatório para contratos de evento até o segundo semestre de 2027, a primeira plataforma relevante para brasileiros será estrangeira, operando fora do perímetro da Resolução CVM 175, e a tributação será resolvida post factum pela Receita Federal com enquadramento desfavorável ao contribuinte.
Se a CVM não abrir consulta pública ou Sandbox Regulatório para contratos de evento até 2H/2027, então plataforma estrangeira liderará entre brasileiros e Receita tributará post factum de forma desfavorável.
Precondições 0/1
- PendenteCVM não abre consulta pública nem edital de Sandbox Regulatório para contratos de evento até o fim do 2S/2027Monitorar agenda regulatória da CVM, editais de Sandbox e consultas públicas em cvm.gov.br até 31/12/2027
Resultados previstos 0/2
- PendentePrimeira plataforma relevante de prediction markets para brasileiros é estrangeira e opera fora do perímetro da Resolução CVM 175Verificar reportagens de mercado e dados de uso (Polymarket, Kalshi etc.) por usuários brasileiros; checar se há oferta doméstica autorizada sob CVM 175
- PendenteReceita Federal trata ganhos em prediction markets post factum com enquadramento tributário desfavorável ao contribuinteAcompanhar soluções de consulta, instruções normativas e autuações da RFB sobre ganhos em contratos de evento/prediction markets
Se o real se mantiver abaixo de R$ 5,05 nas próximas quatro a seis semanas e o Copom sinalizar manutenção da Selic em 14,75% na reunião de maio, ao menos uma corretora regional de câmbio ou DTVM de médio porte enfrentará desenquadramento de capital regulatório, gerando litígio contratual com clientes alavancados.
Se o dólar PTAX ficar abaixo de R$ 5,05 nas próximas 4-6 semanas e o Copom mantiver a Selic em 14,75% na reunião de maio de 2026, então ao menos uma corretora regional de câmbio ou DTVM de médio porte sofrerá desenquadramento de capital regulatório com litígio contratual.
Precondições 0/2
- Não atendidaDólar PTAX se mantém abaixo de R$ 5,05 nas próximas 4-6 semanasDólar PTAX: 5,1695 R$ vs. gatilho < 5,05 R$ · em 2026-06-26
- Não atendidaCopom mantém Selic meta em 14,75% na reunião de maio/2026Selic meta: 14,25 % a.a. vs. gatilho = 14,75 % a.a. · em 28/06/2026
Resultados previstos 0/1
- PendenteAo menos uma corretora regional de câmbio ou DTVM de médio porte sofre desenquadramento de capital regulatório e enfrenta litígio contratual com clientes alavancadosMonitorar comunicados BCB (desenquadramentos de PR/capital regulatório de DTVMs e corretoras), notícias setoriais (Valor, Pipeline) e processos judiciais/arbitrais envolvendo clientes alavancados em câmbio até fim de maio/2026.
Se o IPCA-15 de abril vier abaixo de 0,50% e as expectativas Focus de 12 meses recuarem para 3,8%, o Copom abre espaço para sinalizar corte de 25 pontos-base na reunião de junho de 2026; caso o índice repita leitura acima de 0,70%, a Selic permanece inalterada até setembro.
Se IPCA-15 de abril vier abaixo de 0,50% e Focus 12m recuar para 3,8%, o Copom sinaliza corte de 25 bps em junho/2026; se IPCA-15 vier acima de 0,70%, Selic fica inalterada até setembro/2026.
Precondições 0/3
- PendenteIPCA-15 de abril/2026 abaixo de 0,50%Conferir divulgação do IPCA-15 de abril/2026 pelo IBGE (geralmente 3ª/4ª semana do mês). Variação mensal < 0,50%.
- PendenteMediana Focus para IPCA 12 meses à frente recua para 3,8%Conferir Relatório Focus do BCB nas semanas que antecedem o Copom de junho/2026. Mediana 12m suavizada ≤ 3,80%.
- PendenteIPCA-15 de abril/2026 acima de 0,70%Cenário alternativo: leitura mensal do IPCA-15 abril/2026 > 0,70%.
Resultados previstos 0/3
- PendenteCopom sinaliza corte de 25 bps na reunião de junho/2026Conferir comunicado e ata do Copom de junho/2026: presença de sinalização explícita de corte de 25 bps (decisão ou forward guidance).
- Não atendidaSelic permanece inalterada nas reuniões até setembro/2026Selic meta: 14,25 % a.a. vs. gatilho = 14,75 % a.a. · em 28/06/2026
- PendenteSelic meta mantida nas decisões de junho, julho e setembro/2026Confirmar nos comunicados do Copom de jun/jul/set 2026 que a meta foi mantida em 14,75% (cenário condicional ao IPCA-15 > 0,70%).
Se a CVM não celebrar ao menos cinco termos de compromisso com cláusula de confissão de uso de informação privilegiada até dezembro de 2026, a taxa de condenação penal por insider trading seguirá estatisticamente irrelevante nos próximos três anos, independentemente da modernização dos sistemas de monitoramento da B3.
Se a CVM não celebrar ao menos cinco termos de compromisso com cláusula de confissão de uso de informação privilegiada até dezembro de 2026, então a taxa de condenação penal por insider trading seguirá estatisticamente irrelevante nos três anos seguintes, mesmo com modernização do monitoramento da B3.
Precondições 0/1
- PendenteCVM celebra menos de 5 termos de compromisso com cláusula de confissão de uso de informação privilegiada até 31/dez/2026Conferir no portal da CVM (Decisões do Colegiado / Termos de Compromisso) entre a data da previsão e 31/dez/2026 quantos TCs firmados em PAS de insider trading contêm cláusula expressa de confissão. Contar acordos celebrados (homologados pelo Colegiado), não apenas propostos.
Resultados previstos 0/1
- PendenteTaxa de condenação penal por insider trading permanece estatisticamente irrelevante nos três anos seguintes (até dez/2029), apesar da modernização do monitoramento da B3Avaliar em dez/2029: levantar nº de condenações penais transitadas em julgado por art. 27-D da Lei 6.385/76 entre 2027-2029 via consulta a TRFs (notadamente TRF-3) e MPF. Considerar 'estatisticamente irrelevante' se média anual <3 condenações definitivas. Verificar também se B3 implementou upgrades de monitoramento no período (relatórios anuais da B3 / comunicados ao mercado).
Até o prazo de adequação integral (setembro de 2026), ao menos duas corretoras de grande porte voltadas ao varejo reduzirão significativamente a oferta de alavancagem para minicontratos, e o volume médio diário de mini-índice na B3 recuará entre 10% e 18% frente ao patamar do quarto trimestre de 2025.
Se até setembro de 2026 ao menos duas corretoras grandes do varejo reduzirem oferta de alavancagem em minicontratos e o volume diário de mini-índice na B3 cair entre 10% e 18% vs 4T2025, a previsão se confirma.
Precondições 0/2
- PendentePelo menos duas corretoras de grande porte voltadas ao varejo reduzem significativamente a oferta de alavancagem em minicontratosMonitorar comunicados/tabelas de margem de corretoras líderes do varejo (XP, Rico, BTG, Clear, Nubank Invest, Toro, Modal/Inter) até set/2026; confirmar via fato relevante, atualização de política de margem ou cobertura de imprensa especializada (Valor, InfoMoney, Brazil Journal).
- PendenteVolume médio diário de mini-índice na B3 recua entre 10% e 18% frente ao 4T2025Comparar ADV (average daily volume) de WIN (mini-índice) divulgado nos boletins mensais da B3 com a média do 4T2025; checar se a queda percentual em set/2026 (ou média do trimestre encerrado) está no intervalo [10%, 18%].
Com a volatilidade implícita do mini-índice (WIN) rodando acima de 18% anualizada no primeiro trimestre de 2026 e o volume médio diário de minicontratos superando 4 milhões de contratos, a frequência de sinais falsos em padrões isolados tende a se acentuar no segundo trimestre, especialmente nos dias de vencimento e rolagem (abril e junho).
Se a volatilidade implícita do WIN se mantém acima de 18% anualizada no 1T 2026 e o volume médio diário de minicontratos supera 4 milhões, então a frequência de sinais falsos em padrões isolados se acentua no 2T 2026, sobretudo nos vencimentos de abril e junho.
Precondições 0/2
- PendenteVolatilidade implícita do mini-índice (WIN) roda acima de 18% anualizada no 1T 2026Conferir série de VI do WIN (B3/provedores como Bloomberg/Tradingview) ao final do 1T 2026; média do trimestre > 18% a.a.
- PendenteVolume médio diário de minicontratos supera 4 milhões no 1T 2026Boletim de volumes da B3 (mini-índice + mini-dólar) — média diária do 1T 2026 > 4 mi contratos.
Resultados previstos 0/1
- PendenteFrequência de sinais falsos em padrões de candlestick isolados se acentua no 2T 2026, especialmente nos vencimentos de abril e junhoAvaliação editorial pós-2T 2026: revisar estudos de taxa de acerto de padrões clássicos (engolfo, martelo, doji) no WIN durante abril/junho 2026 vs. trimestre anterior; ou backtest próprio com dados intradiários.
Até o segundo semestre de 2026, o volume negociado em exchanges estrangeiras por CPFs brasileiros recua entre 15% e 25%, redistribuído entre plataformas domésticas registradas no Banco Central e carteiras de autocustódia (onde a Receita Federal enfrenta limites práticos de rastreamento), configurando migração parcial para fora do perímetro declaratório.
Se até o 2º semestre de 2026 o volume negociado em exchanges estrangeiras por CPFs brasileiros recuar entre 15% e 25%, redistribuído para plataformas domésticas e autocustódia, então a previsão se confirma.
Precondições 0/2
- PendenteVolume negociado em exchanges estrangeiras por CPFs brasileiros recua entre 15% e 25% até o 2S 2026Comparar volume agregado de CPFs brasileiros em exchanges estrangeiras (Binance, Coinbase, OKX etc.) entre 1S 2026 e 2S 2026. Fontes: relatórios da Receita Federal (e-Financeira/IN 1.888), Chainalysis Geography Report, dados da ABcripto e divulgações setoriais. Confirmar queda dentro da faixa 15%-25%.
- PendenteQueda é redistribuída entre exchanges domésticas registradas no BCB e carteiras de autocustódiaVerificar se exchanges domésticas registradas no BCB (Mercado Bitcoin, Foxbit, NovaDAX etc.) mostram aumento de volume e cadastros, e se indicadores on-chain (saídas para carteiras self-custody) apontam crescimento de autocustódia por usuários BR no mesmo período.
Até dezembro de 2026, a Receita Federal cruza automaticamente os relatórios consolidados das corretoras com as declarações de IRPF, gerando malha fina para contribuintes que omitirem operações de day trade ou ganhos com criptoativos no exterior; o volume de notificações nessa categoria deve ao menos dobrar em relação a 2025.
Se até dez/2026 a Receita Federal implementar cruzamento automático dos relatórios das corretoras com IRPF, então as notificações de malha fina por day trade e cripto no exterior dobram vs 2025.
Precondições 0/2
- PendenteReceita Federal passa a cruzar automaticamente relatórios consolidados de corretoras com declarações de IRPFVerificar comunicados oficiais da Receita Federal, instruções normativas e cobertura de imprensa especializada (Valor, Estadão) até dez/2026 confirmando a operacionalização do cruzamento automático.
- PendenteVolume de notificações de malha fina por day trade/cripto no exterior ao menos dobra vs 2025Buscar relatório anual da Receita Federal (Plano Anual da Fiscalização / balanço da malha fina) divulgado normalmente no 1T/2027, comparando notificações de 2026 vs 2025 nessas categorias.
Com o crescimento de 18% na base de CPFs cadastrados na B3 entre março de 2025 e março de 2026 (de aproximadamente 5,5 milhões para 6,5 milhões de investidores ativos), o volume de reclamações junto à BSM Supervisão de Mercados tende a crescer acima de 20% nos próximos doze meses, pressionando revisão do teto do MRP, hoje fixado em R$ 120 mil por ocorrência, para patamar superior até o primeiro semestre de 2027.
Se a base de CPFs na B3 crescer ~18% e reclamações na BSM subirem >20% em 12 meses, então o teto do MRP será revisto para acima de R$ 120 mil até 1H 2027.
Precondições 0/2
- PendenteBase de CPFs ativos na B3 cresce ~18% entre mar/2025 e mar/2026 (de ~5,5mi para ~6,5mi)Consultar boletim mensal da B3 'Perfil do Investidor Pessoa Física' em mar/2026; comparar com mar/2025.
- PendenteVolume de reclamações na BSM Supervisão de Mercados cresce acima de 20% em 12 mesesVerificar relatórios anuais/trimestrais da BSM (bsmsupervisao.com.br) comparando 12 meses encerrados em mar/2027 contra base anterior.
Resultados previstos 0/1
- PendenteTeto do MRP é revisto para patamar superior a R$ 120 mil por ocorrência até 1H 2027Acompanhar deliberações da BSM/B3 e regulamentação CVM sobre o Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos até jun/2027.
Até o segundo semestre de 2026, a CVM deve julgar os primeiros Processos Administrativos Sancionadores (PAS) instruídos integralmente sob a 175, criando precedentes que definirão o alcance real do dever de diligência requalificado; se a autarquia condenar com multa superior a R$ 1 milhão em ao menos dois casos, gestores de médio porte revisarão políticas de risco antes do fim do ano.
Se a CVM julgar PAS sob a Resolução 175 e condenar com multa superior a R$ 1 milhão em ao menos dois casos até o 2S 2026, então gestores de médio porte revisarão políticas de risco antes do fim de 2026.
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- PendenteCVM julga os primeiros PAS instruídos integralmente sob a Resolução CVM 175 até o 2S 2026Acompanhar atas de julgamento do Colegiado da CVM e notícias setoriais (Valor, Capital Aberto); confirmar se pelo menos um PAS julgado teve instrução integral sob a Res. 175.
- PendentePelo menos dois PAS sob a Res. 175 resultam em condenação com multa superior a R$ 1 milhãoVerificar dispositivo das decisões publicadas no site da CVM (Decisões do Colegiado); contar casos com multa individual > R$ 1 mi.
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- PendenteGestores de médio porte revisam políticas de risco antes do fim de 2026Levantar com ANBIMA, consultorias de compliance (e.g., PwC, KPMG) e gestoras de médio porte se houve revisão formal de políticas de risco no 2S 2026 em resposta aos precedentes.
Com a volatilidade implícita do Ibovespa (medida pelo IVol-BR) oscilando entre 18% e 24% no primeiro semestre de 2026, operadores de minicontratos que não recalibram tamanho de posição para esse regime terão drawdown médio superior a 30% até julho, ponto a partir do qual a recuperação exige retorno de 43% — praticamente uma sentença de liquidação operacional.
Se o IVol-BR oscilar entre 18% e 24% no 1S 2026 e operadores de minicontratos não recalibrarem posição, então o drawdown médio superará 30% até julho/2026.
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- PendenteIVol-BR oscila entre 18% e 24% no primeiro semestre de 2026Consultar série histórica do IVol-BR (B3) no 1S 2026; verificar se o range observado ficou contido em 18%-24%.
- PendenteOperadores de minicontratos não recalibram tamanho de posição para o novo regime de volatilidadeAvaliação qualitativa via pesquisas de corretoras, dados de margem média e relatos de mesa; não há série pública direta.
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- PendenteDrawdown médio dos operadores de minicontratos supera 30% até julho/2026Buscar levantamentos de corretoras/B3 ou estudos acadêmicos sobre performance de pessoa física em mini-índice no 1S 2026.
Com a entrada em vigor plena da Instrução Normativa RFB 2.164/2023 e a integração progressiva dos dados da B3 ao sistema de malha fina da Receita Federal, a taxa de autuação sobre day traders que não emitiram DARF deve subir de forma significativa a partir do exercício 2027 (ano-calendário 2026).
Se a IN RFB 2.164/2023 entrar em vigor plena e a integração B3-malha fina avançar, então a taxa de autuação sobre day traders sem DARF sobe significativamente no exercício 2027 (ano-calendário 2026).
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- PendenteIN RFB 2.164/2023 entra em vigor plenaVerificar no site da Receita Federal (normas) e Diário Oficial se todos os dispositivos da IN 2.164/2023 estão em vigência plena ao longo de 2026.
- PendenteIntegração progressiva dos dados da B3 ao sistema de malha fina da RFB avançaAcompanhar comunicados da RFB e B3 sobre cruzamento automatizado de dados de operações em bolsa com a DIRPF/malha fina.
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- PendenteTaxa de autuação sobre day traders sem DARF sobe significativamente no exercício 2027 (AC 2026)Checar relatórios anuais da RFB (Plano Anual de Fiscalização, resultados de malha) divulgados em 2027 referentes ao ano-calendário 2026, comparando volume/percentual de autuações de pessoas físicas em renda variável vs anos anteriores.
Até o quarto trimestre de 2026, a CVM deve concluir ao menos dois processos sancionadores relevantes contra intermediários com deficiências em PLD/FT e suitability, ampliando o escrutínio sobre corretoras de menor porte que cresceram via oferta digital agressiva entre 2023 e 2025.
Se até o 4T 2026 a CVM concluir ao menos dois processos sancionadores relevantes contra intermediários por falhas em PLD/FT e suitability, a previsão se confirma.
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- PendenteCVM conclui ao menos dois processos sancionadores relevantes contra intermediários por deficiências em PLD/FT e suitabilityAcompanhar julgamentos do Colegiado da CVM e publicações no portal CVM (Decisões/Sanções) até 31/12/2026; checar relatórios anuais de atividade sancionadora da CVM e cobertura especializada (Valor, Capital Aberto).
Até o segundo semestre de 2026, ao menos um caso relevante envolvendo cláusula de limitação de responsabilidade por indisponibilidade de plataforma durante volatilidade extrema chegará ao STJ pela via do recurso especial, forçando o tribunal a consolidar se o art. 51, I, do CDC prevalece integralmente sobre a autonomia contratual nesses instrumentos.
Se até o 2H 2026 ao menos um caso relevante sobre cláusula de limitação de responsabilidade por indisponibilidade de plataforma em volatilidade extrema chegar ao STJ via recurso especial, então o tribunal será forçado a consolidar se o art. 51, I, do CDC prevalece sobre a autonomia contratual.
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- PendenteAo menos um recurso especial relevante sobre cláusula de limitação de responsabilidade por indisponibilidade de plataforma em volatilidade extrema chega ao STJ até 2H 2026Monitorar jurisprudência do STJ (busca por acórdãos/decisões monocráticas) e noticiário jurídico (Conjur, Migalhas, Valor Jurídico) por REsp envolvendo corretoras/plataformas de trading, indisponibilidade em momento de volatilidade e art. 51, I, do CDC.
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- PendenteSTJ enfrenta o mérito sobre prevalência do art. 51, I, CDC frente à autonomia contratual nesses contratosVerificar se o REsp identificado teve julgamento de mérito (não apenas decisão terminativa) discutindo a validade da cláusula limitativa à luz do art. 51, I, do CDC.
Até o segundo semestre de 2026, a participação de HFTs no fluxo do WIN deve superar 55% do volume intradiário de agressões, comprimindo a janela útil de leitura manual para os primeiros 15 minutos após a abertura e os últimos 20 minutos antes do ajuste, quando fluxo institucional genuíno ainda predomina sobre market-making algorítmico.
Até o 2H 2026, a participação de HFTs no fluxo do WIN supera 55% do volume intradiário de agressões, comprimindo a janela útil de tape reading manual aos primeiros 15min e últimos 20min do pregão.
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- PendenteParticipação de HFTs no volume intradiário de agressões do WIN supera 55%Buscar relatórios B3 de perfil de participantes no mini-índice (WIN) ou estudos da própria bolsa/Anbima sobre HFT share. Métrica não está em séries macro padrão.
- PendenteJanela útil de leitura manual de fluxo no WIN fica restrita aos primeiros 15min após abertura e últimos 20min antes do ajusteAvaliação qualitativa via entrevistas com traders profissionais de WIN, posts/relatos de mesas prop, ou estudos de microestrutura comparando assinatura de fluxo institucional vs market-making algorítmico nos horários citados.
Até o segundo semestre de 2026, o Banco Central deverá publicar a revisão da fase 4 do Open Finance com escopo expandido para seguros e câmbio; se a ANPD não emitir, até esse prazo, guia setorial específico para tratamento secundário de dados compartilhados via APIs abertas, o ecossistema operará com sobreposição normativa que encarece conformidade para fintechs menores e reduz, na prática, a concorrência que o sistema pretende estimular.
Se até 2H/2026 o BCB publicar a revisão da fase 4 do Open Finance (escopo expandido para seguros e câmbio) e a ANPD não emitir guia setorial sobre tratamento secundário de dados via APIs abertas, então o ecossistema operará com sobreposição normativa que encarece conformidade para fintechs menores e reduz concorrência.
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- PendenteBanco Central publica revisão da fase 4 do Open Finance com escopo expandido para seguros e câmbioVerificar publicação no site do BCB (Normativos / Open Finance) ou em comunicado oficial até 31/12/2026.
- PendenteANPD não emite guia setorial sobre tratamento secundário de dados compartilhados via APIs abertas até 2H/2026Checar publicações da ANPD (gov.br/anpd) — guias, resoluções e notas técnicas setoriais sobre Open Finance/APIs abertas até 31/12/2026.
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- PendenteEcossistema opera com sobreposição normativa BCB/ANPD que encarece conformidade para fintechs menores e reduz concorrência efetivaAvaliar qualitativamente em 2027 via: (i) relatórios setoriais (ABFintechs, Febraban), (ii) reclamações públicas de fintechs sobre custo de compliance, (iii) movimento de M&A/saída de participantes menores do Open Finance.
Com a provável sanção do PLP 108/2024 e a consequente elevação do ITCMD sobre estruturas de previdência e doação em diversos estados até o segundo semestre de 2026, o custo de postergar reorganização patrimonial sobe entre 2 e 4 pontos percentuais sobre o valor transmitido.
Se o PLP 108/2024 for sancionado e estados elevarem o ITCMD sobre previdência e doação até o 2H 2026, então o custo de postergar reorganização patrimonial sobe 2 a 4 p.p. sobre o valor transmitido.
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- PendentePLP 108/2024 é sancionadoAcompanhar Diário Oficial da União / portal do Planalto para sanção presidencial do PLP 108/2024.
- PendenteEstados elevam alíquota de ITCMD sobre previdência (VGBL/PGBL) e doação até 2H 2026Monitorar leis estaduais publicadas até dez/2026 alterando ITCMD sobre previdência e doação (SP, RJ, MG, RS como referências principais).
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- PendenteCusto de postergar reorganização patrimonial sobe entre 2 e 4 p.p. sobre o valor transmitidoComparar carga tributária efetiva (ITCMD+IR) pré e pós-reforma em casos-modelo de holding/previdência; verificar se delta está entre 2 e 4 p.p.
Se o IPCA acumulado em 12 meses recuar para a faixa de 4,0%-4,5% até o terceiro trimestre de 2026 e o Copom iniciar cortes de 50 pontos-base a partir de setembro, a NTN-B 2035 deve comprimir entre 80 e 120 basis points de taxa real até março de 2027, gerando valorização de 12% a 18% no preço do título (duration aproximada de 8,5 anos).
Se o IPCA 12m cair para 4,0%-4,5% até 3T 2026 e o Copom iniciar cortes de 50 bps em setembro/2026, então a NTN-B 2035 comprime 80-120 bps de taxa real até março/2027, gerando valorização de 12%-18% no preço.
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- Não atendidaIPCA acumulado em 12 meses entre 4,0% e 4,5% no 3T 2026IPCA acumulado 12m: 4,72 % vs. gatilho entre 4,00-4,50 % · em 01/05/2026
- PendenteCopom inicia ciclo de cortes com -50 bps na reunião de setembro/2026Conferir comunicado e ata do Copom de setembro/2026 no site do BCB: confirmar decisão de corte de 50 bps na Selic meta.
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- PendenteTaxa real da NTN-B 2035 comprime entre 80 e 120 bps até março/2027Comparar taxa indicativa da NTN-B 2035 em set/2026 (data do gatilho) vs mar/2027 na Anbima (Mercado Secundário de Títulos Públicos). Diferença deve estar entre -80 e -120 bps.
- PendentePreço da NTN-B 2035 valoriza entre 12% e 18% até março/2027Calcular variação do PU da NTN-B 2035 (Anbima/Tesouro Direto) entre set/2026 e mar/2027, ajustando por VNA. Verificar se retorno total está entre 12% e 18%.