Track Record

Previsões publicadas

Cada peça do Veredicto crava uma previsão falsificável: um cenário com gatilho mensurável e prazo. Aqui está o histórico aberto. Não publicamos só o que acertamos.

70
Previsões publicadas
67
Em curso
0
Avaliadas
—
Acerto entre avaliadas

Como avaliamos: uma previsão entra como Pendente quando publicada e migra para Cumprida, Não cumprida ou Vencida conforme o gatilho expira ou se materializa. Quando a premissa de uma previsão condicional não se materializa, ela é encerrada como Não testável (hoje: 3) — com a razão publicada na nota — e não entra no cálculo de acerto, nem como acerto nem como erro. A avaliação é assinada e datada na nota de rodapé da previsão. Não removemos nem editamos previsões erradas.

Macroeconomia26 de mai. de 2026Helena Marchetti
Pendente
IBC-Br cede, IPCA bate 4,39% e o Copom entra no purgatório entre carta aberta e recessão

Selic fica em 14,50% até pelo menos setembro. Se o IPCA de maio (divulgação em meados de junho) vier acima de 0,55% ao mês, o acumulado em doze meses rompe 4,50% e a contagem da carta aberta do presidente do BC começa. Se o IBC-Br de maio confirmar contração, o Copom corta 25 pontos-base em setembro mesmo com inflação acima do teto, sob o argumento de hiato do produto negativo. O ciclo de afrouxamento que o mercado precificava para junho foi empurrado em pelo menos três meses, mas não cancelado.

0/6condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se Selic permanecer em 14,50% até setembro/2026, IPCA de maio superar 0,55% m/m e IBC-Br de maio confirmar contração, então IPCA 12m rompe 4,50%, dispara contagem de carta aberta e Copom corta 25 bps em setembro.

Precondições 0/3

  • ErroSelic meta permanece em 14,50% a.a. até setembro/2026
    fetch failed
  • Não atendidaIPCA mensal de maio/2026 vem acima de 0,55%
    IPCA mensal: -0,32 % vs. gatilho > 0,55 % · em 202608
  • PendenteIBC-Br de maio/2026 confirma contração (variação mensal negativa)
    Conferir divulgação do IBC-Br de maio/2026 pelo BCB (em torno de meados de julho); precondição confirmada se variação mensal dessazonalizada for negativa.

Resultados previstos 0/3

  • Não atendidaIPCA acumulado em 12 meses rompe 4,50%
    IPCA acumulado 12m: 4,22 % vs. gatilho > 4,50 % · em 202608
  • PendenteContagem da carta aberta do presidente do BC é iniciada
    Verificar comunicado/ata do BCB ou nota oficial reconhecendo estouro da meta e início de contagem para carta aberta após divulgação do IPCA de maio.
  • PendenteCopom corta 25 pontos-base na reunião de setembro/2026
    Conferir decisão do Copom na reunião de setembro/2026: confirmada se houver corte de exatamente 25 bps na Selic meta.
Daemon sugere reclassificar como Não testável: premissa(s) do gatilho não se materializaram até o deadline.
Prazo: set/2026
Direito & Mercado14 de mai. de 2026Thiago Sus Sobral de Almeida
Pendente
Banco Master: o caso testa quatro mecanismos institucionais ao mesmo tempo, não a saúde de um banco

Até o quarto trimestre de 2026, o Banco Central publica orientação infralegal endurecendo requisitos de captação concentrada via CDB-DI distribuído por corretoras, e o spread de risco entre bancos médios e grandes na captação institucional abre 80 a 120 pontos-base, replicando o padrão Cruzeiro do Sul de 2012.

0/2condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo em 88 dias

Se o BC publicar norma infralegal endurecendo captação concentrada via CDB-DI por corretoras e o spread de bancos médios vs grandes abrir 80-120 bps até 4T 2026, então o padrão Cruzeiro do Sul 2012 se replica.

Precondições 0/2

  • PendenteBC publica orientação infralegal endurecendo requisitos de captação concentrada via CDB-DI distribuído por corretoras
    Monitorar comunicados, resoluções e cartas-circulares do BCB até 31/dez/2026; checar agenda regulatória do BC e cobertura especializada (Valor, Capital Reset).
  • PendenteSpread de captação institucional entre bancos médios e grandes abre 80 a 120 pontos-base
    Comparar taxas de CDB/DPGE de bancos médios vs grandes em plataformas (XP, BTG, Anbima) ou relatórios de spread bancário; medir abertura em bps relativa ao baseline pré-caso Master.
Prazo: 4T 2026
Direito Regulatorio13 de mai. de 2026Arthur Severiano
Pendente
A janela retroativa da Lei 15.397/2026 e o preço de manter capital dentro do perímetro brasileiro

Até o terceiro trimestre de 2026, ao menos três processos administrativos sancionadores da CVM envolvendo falha de PLD/FT em operações com interpostas pessoas serão reabertos ou terão pedido de revisão fundamentado na nova lei, testando se a retroatividade penal contamina a esfera administrativa.

0/1condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se até o 3T 2026 ao menos três PAS da CVM sobre PLD/FT com interpostas pessoas forem reabertos ou tiverem pedido de revisão com base na Lei 15.397/2026, então a retroatividade penal estará sendo testada na esfera administrativa.

Precondições 0/1

  • PendenteAo menos três PAS da CVM envolvendo PLD/FT com interpostas pessoas são reabertos ou recebem pedido de revisão fundamentado na Lei 15.397/2026
    Monitorar publicações de PAS no site da CVM (decisões do Colegiado e SEI/CVM), buscando termos 'Lei 15.397', 'revisão', 'PLD/FT', 'interposta pessoa'. Contar petições de revisão e despachos de reabertura até 30/set/2026.
Prazo: 3T 2026
Radar Global07 de mai. de 2026Claire Kovalenko
Pendente
Kalshi vale US$ 22 bilhões e o Brasil proíbe o que ela vende. Quem está errado?

A CVM abre consulta pública sobre derivativos de eventos não financeiros até o segundo semestre de 2027, pressionada pela migração de capital brasileiro para plataformas offshore e pelo precedente da Lei 14.790/2023 que já regulou apostas esportivas.

0/1condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo em 453 dias

Se a CVM abrir consulta pública sobre derivativos de eventos não financeiros até o 2S 2027, a previsão se confirma.

Precondições 0/1

  • PendenteCVM abre consulta pública sobre derivativos de eventos não financeiros
    Verificar editais e consultas públicas no site da CVM (cvm.gov.br/audiencias-publicas) até 31/12/2027. Confirmar se o objeto trata de derivativos referenciados em eventos não financeiros (eleições, esportes, eventos políticos/culturais).
Prazo: 2H 2027
Direito & Mercado06 de mai. de 2026Thiago Sus Sobral de Almeida
Pendente
Sistema S no STJ: R$ 94 Bilhões em Jogo e o Repricing Silencioso das Empresas Listadas

Se o STJ consolidar a tese restritiva até o terceiro trimestre de 2026, empresas com folha de pagamento superior a R$ 500 milhões anuais devem registrar recuperação de créditos tributários que elevam EBITDA em 1,5% a 3,2%, reprecificando múltiplos de valuation entre setembro e dezembro.

0/3condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se o STJ consolidar tese restritiva sobre Sistema S até 3T 2026, empresas com folha >R$500mi registram recuperação de créditos que elevam EBITDA em 1,5%-3,2% e reprecificam valuations entre set-dez/2026.

Precondições 0/1

  • PendenteSTJ consolida tese restritiva sobre contribuições ao Sistema S até 3T 2026
    Acompanhar julgamentos do STJ (1ª Seção / temas repetitivos) sobre limitação da base de cálculo das contribuições ao Sistema S; confirmar trânsito ou acórdão consolidando tese restritiva até 30/set/2026.

Resultados previstos 0/2

  • PendenteEmpresas com folha anual >R$500mi reportam uplift de EBITDA entre 1,5% e 3,2% via recuperação de créditos
    Verificar releases de resultados 3T26/4T26 de companhias listadas com folha >R$500mi (ex: grandes varejistas, bancos, indústrias) buscando rubrica de recuperação de créditos tributários do Sistema S e calcular impacto % sobre EBITDA recorrente.
  • PendenteMúltiplos de valuation são reprecificados entre setembro e dezembro de 2026
    Comparar EV/EBITDA fwd das empresas afetadas entre 01/set/2026 e 31/dez/2026 vs. baseline pré-decisão; checar revisões de target de sell-side citando o tema.
Prazo: 3T 2026
Macroeconomia05 de mai. de 2026Helena Marchetti
Pendente
O Fed dividido segura os juros, e o Brasil perde margem de manobra para cortar a Selic em 2026

O Copom não corta a Selic antes de setembro de 2026; se o IPCA mensal de maio e junho vier acima de 0,50%, o ciclo de afrouxamento pode ser empurrado para 2027.

0/4condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Copom não corta a Selic antes de setembro/2026 e, se IPCA mensal de maio e junho ficar acima de 0,50%, o ciclo de afrouxamento é empurrado para 2027.

Precondições 0/3

  • PendenteCopom não reduz a Selic meta em nenhuma reunião antes de setembro de 2026
    Acompanhar comunicados do Copom (BCB) nas reuniões até a de setembro/2026; checar se a Selic meta permaneceu inalterada ou subiu em todas elas.
  • Não atendidaIPCA mensal de maio/2026 vem acima de 0,50%
    IPCA mensal: -0,32 % vs. gatilho > 0,50 % · em 202608
  • Não atendidaIPCA mensal de junho/2026 vem acima de 0,50%
    IPCA mensal: -0,32 % vs. gatilho > 0,50 % · em 202608

Resultados previstos 0/1

  • PendenteInício do ciclo de afrouxamento monetário é empurrado para 2027 (sem cortes em 2026)
    Verificar, ao fim de 2026, se houve algum corte da Selic meta no ano; se não, outcome confirmado.
Daemon sugere reclassificar como Não testável: premissa(s) do gatilho não se materializaram até o deadline.
Prazo: 2026-09-30
Direito & Mercado04 de mai. de 2026Thiago Sus Sobral de Almeida
Pendente
Mercados preditivos no Brasil: a regulação que não chega custa mais do que a regulação que incomoda

Se a SPA/MF não publicar normativo distinguindo mercados preditivos de apostas esportivas até o terceiro trimestre de 2026, o fluxo de capital brasileiro nessas plataformas permanecerá integralmente fora do perímetro regulatório doméstico, consolidando uma assimetria que se torna irreversível com a eleição de 2026.

0/3condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se SPA/MF não publicar normativo distinguindo mercados preditivos de apostas esportivas até 3T 2026, então fluxo brasileiro nessas plataformas permanece fora do perímetro regulatório doméstico, consolidando assimetria irreversível com a eleição de 2026.

Precondições 0/1

  • PendenteSPA/MF não publica normativo distinguindo mercados preditivos de apostas esportivas até 30/set/2026
    Monitorar Diário Oficial da União e site da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA/MF) até 30/09/2026 buscando portaria, instrução normativa ou nota técnica que diferencie mercados preditivos (event contracts) de apostas esportivas de quota fixa.

Resultados previstos 0/2

  • PendenteFluxo de capital brasileiro em plataformas de mercados preditivos permanece integralmente fora do perímetro regulatório doméstico
    Verificar, após 3T 2026 e durante o ciclo eleitoral, se há registro/autorização de plataformas de mercados preditivos pela SPA/MF, CVM ou BCB; ausência de qualquer marco regulatório doméstico aplicável confirma o outcome.
  • PendenteAssimetria regulatória se consolida como irreversível após a eleição de 2026
    Avaliação editorial pós-eleição (out-dez/2026): checar se houve consolidação de plataformas estrangeiras dominando o fluxo brasileiro sem contrapartida doméstica e se a agenda regulatória saiu do radar da nova legislatura/executivo.
Prazo: 3T 2026
Direito & Mercado01 de mai. de 2026Thiago Sus Sobral de Almeida
Pendente
Fundos de pensão não investiram no Master. A pergunta certa é: por que o direito brasileiro permite que ninguém os obrigue a explicar por quê.

Até o terceiro trimestre de 2026, a Previc publicará ao menos uma orientação normativa sobre transparência em processos de seleção e rejeição de ativos de crédito privado, pressionada pelo precedente Master e pela proximidade da regulamentação da reforma tributária sobre fundos fechados.

0/1condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se a Previc publicar ao menos uma orientação normativa sobre transparência em seleção/rejeição de ativos de crédito privado até o 3T 2026, a previsão se confirma.

Precondições 0/1

  • PendentePrevic publica ao menos uma orientação normativa sobre transparência em processos de seleção e rejeição de ativos de crédito privado
    Monitorar site da Previc (gov.br/previc) na seção de Instruções/Orientações Normativas e diário oficial até 30/set/2026. Conferir se o objeto trata especificamente de transparência em seleção/rejeição de crédito privado.
Prazo: 3T 2026
Direito & Mercado30 de abr. de 2026Thiago Sus Sobral de Almeida
Não testável
O Copom cortou a Selic com petróleo a US$ 109. O erro está no comunicado, não na taxa.

Se o WTI se mantiver acima de US$ 100 até a reunião de junho e o IPCA-15 de maio superar 0,60%, o Copom interrompe o ciclo de cortes e a NTN-B 2035 abre 30-50 bps em 10 sessões úteis, revertendo o ganho de marcação a mercado do primeiro semestre.

0/4condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 108 dias

Se WTI ≥ US$ 100 + IPCA-15 maio > 0,60% até 18/jun, então Copom pausa em 14,50% e NTN-B 2035 abre 30-50 bps em 10 sessões.

Precondições 0/2

  • Não atendidaWTI fecha acima de US$ 100/bbl
    Petróleo WTI: 91,11 US$/barril vs. gatilho ≥ 100,00 US$/barril · em 2026-10-02
  • PendenteIPCA-15 de maio supera 0,60%
    IBGE divulga IPCA-15 de maio por volta de 22/mai. Anotar valor e marcar met conforme a leitura.

Resultados previstos 0/2

  • Não atendidaCopom mantém Selic em 14,50% na reunião de 18/jun
    Copom cortou a Selic para 14,25% em 17/06/2026 (não pausou) · Agência Brasil / BCB · anotado em 2026-06-21
  • PendenteNTN-B 2035 abre 30-50 bps em 10 sessões úteis pós-decisão
    Comparar fechamento Anbima/Tesouro Direto antes da decisão vs. 10º pregão útil seguinte. Met=true se variação dentro de [+30 bps, +50 bps]; met=false se fora do range em qualquer direção.
Prazo: 2026-06-18Avaliação: Finalizada em 21/06/2026. A previsão era condicional: pausa do Copom em junho SE o WTI se mantivesse acima de US$ 100 e o IPCA-15 de maio superasse 0,60%. O petróleo desabou para cerca de US$ 76 (precondição não se materializou), então o gatilho da pausa não chegou a ser testado. Em 17/06 o Copom cortou a Selic para 14,25% (terceiro corte consecutivo). A direção apostada (pausa) não ocorreu; o cenário condicional que a sustentava também não. Classificada untestable, não missed, porque a antecedente falhou — e justamente por ser condicional demais é que escapa do teste.
Macroeconomia30 de abr. de 2026Helena Marchetti
Pendente
O corte cauteloso: Selic a 14,50% com petróleo a US$ 109 é aperto monetário que o Copom não calibrou

Se o IPCA de abril vier acima de 0,55% e o petróleo se mantiver acima de US$ 105, o Copom pausa em junho e não retoma cortes antes de setembro.

0/4condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se IPCA de abril vier acima de 0,55% e petróleo Brent se mantiver acima de US$ 105, então Copom pausa em junho e não retoma cortes antes de setembro/2026.

Precondições 0/2

  • Não atendidaIPCA mensal de abril/2026 acima de 0,55%
    IPCA mensal: -0,32 % vs. gatilho > 0,55 % · em 202608
  • Não atendidaBrent se mantém acima de US$ 105/bbl até a reunião de junho
    Petróleo Brent: 102,25 US$/barril vs. gatilho ≥ 105,00 US$/barril · em 2026-10-02

Resultados previstos 0/2

  • PendenteCopom pausa o ciclo de cortes na reunião de junho/2026
    Verificar comunicado do Copom da reunião de junho/2026: manutenção da Selic meta.
  • PendenteCopom não retoma cortes antes da reunião de setembro/2026
    Conferir decisões do Copom de junho, julho e (se houver) agosto/2026: nenhuma deve reduzir a Selic meta.
Daemon sugere reclassificar como Não testável: premissa(s) do gatilho não se materializaram até o deadline.
Prazo: set/2026
Direito Regulatorio30 de abr. de 2026Arthur Severiano
Pendente
Criptoativos no Brasil: a Lei 14.478 completa três anos e o enforcement continua no papel

Se o Banco Central não publicar a regulamentação infralegal definitiva até o terceiro trimestre de 2026, o mercado brasileiro de criptoativos consolidará uma estrutura dual: operações tributadas e rastreáveis em exchanges licenciadas respondendo por menos da metade do volume real, e o restante fluindo por canais sem supervisão prudencial.

0/3condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se o Banco Central não publicar a regulamentação infralegal definitiva de criptoativos até o 3T 2026, então o mercado brasileiro consolidará estrutura dual com exchanges licenciadas respondendo por menos da metade do volume real.

Precondições 0/1

  • PendenteBanco Central não publica regulamentação infralegal definitiva de criptoativos até o fim do 3T 2026
    Monitorar publicações normativas do BCB (Resoluções BCB, Circulares) e comunicados oficiais sobre o marco da Lei 14.478/2022 até 30/09/2026. Checar site bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/criptoativos.

Resultados previstos 0/2

  • PendenteExchanges licenciadas no Brasil respondem por menos de 50% do volume real de operações com criptoativos
    Comparar volume reportado por exchanges licenciadas (dados ABCripto, Receita Federal IN 1888, relatórios setoriais) com estimativas de volume total incluindo P2P, DEX e canais offshore (Chainalysis, TRM Labs, Kaiko). Avaliar ao fim do 3T/início 4T 2026.
  • PendenteMaior parte do fluxo de criptoativos no Brasil ocorre por canais sem supervisão prudencial
    Mesma fonte do outcome anterior; é a contrapartida lógica. Confirmar via relatórios de inteligência on-chain e reportagens setoriais.
Prazo: 3T 2026
Radar Global30 de abr. de 2026Claire Kovalenko
Pendente
Powell fica, o Fed racha, e o investidor brasileiro precisa recalcular a rota do dólar

Se a dissidência persistir na reunião de junho e o petróleo WTI se mantiver acima de US$ 100, o Copom não terá espaço para cortar a Selic antes de setembro de 2026, mesmo com IPCA em 4,14%.

0/3condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se a dissidência no FOMC persistir em junho/2026 e o WTI seguir acima de US$ 100, então o Copom não cortará a Selic antes de setembro/2026.

Precondições 0/2

  • PendenteFOMC de junho/2026 registra dissidência (voto não unânime)
    Verificar comunicado e statement do FOMC após a reunião de junho/2026; checar se há votos dissidentes registrados.
  • Não atendidaWTI mantém-se acima de US$ 100/bbl
    Petróleo WTI: 91,11 US$/barril vs. gatilho ≥ 100,00 US$/barril · em 2026-10-02

Resultados previstos 0/1

  • PendenteSelic meta não é reduzida antes de setembro/2026
    Conferir atas/decisões do Copom nas reuniões anteriores a setembro/2026: confirmar que a Selic meta não foi cortada em nenhuma delas (manutenção ou alta apenas).
Daemon sugere reclassificar como Não testável: premissa(s) do gatilho não se materializaram até o deadline.
Prazo: 2026-09-30
Direito & Mercado24 de abr. de 2026Thiago Sus Sobral de Almeida
Pendente
A Regulação CVM sobre Family Offices Endereça o Veículo Certo no Perímetro Errado: O Caso Van Dyke como Prova Empírica

A primeira tentativa brasileira de enquadrar prediction markets virá por subsunção à Lei 14.790/2023 (apostas de quota fixa) entre o segundo semestre de 2026 e o primeiro de 2027; a CVM responderá com consulta pública até o segundo semestre de 2027, em modelo híbrido próximo ao do Monetary Authority of Singapore; a primeira plataforma doméstica operando via sandbox regulatório aparece em 2029.

0/3condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo em 1184 dias

Se o Brasil enquadrar prediction markets via Lei 14.790/2023 entre 2H2026 e 1H2027, a CVM abrir consulta pública até 2H2027 e a primeira plataforma doméstica operar via sandbox até 2029, então a previsão se confirma.

Precondições 0/3

  • PendenteAutoridade brasileira enquadra prediction markets por subsunção à Lei 14.790/2023 (apostas de quota fixa) entre 2H2026 e 1H2027
    Acompanhar atos normativos da SPA/MF, Receita ou CVM citando Lei 14.790/2023 aplicada a prediction markets; janela jul/2026 a jun/2027.
  • PendenteCVM abre consulta pública sobre prediction markets até 2H2027, em modelo híbrido tipo MAS Singapura
    Monitorar editais de consulta pública no site da CVM até 31/dez/2027.
  • PendentePrimeira plataforma doméstica de prediction market opera via sandbox regulatório em 2029
    Verificar comunicados de sandbox da CVM e lançamento operacional de plataforma doméstica durante 2029.
Prazo: 2029-12-31
Direito & Mercado22 de abr. de 2026Thiago Sus Sobral de Almeida
Pendente
A Aneel aplicou a fórmula sem amortecedor político: o risco que não aparece no resultado trimestral das distribuidoras

Se o IPCA acumulado em 12 meses ultrapassar 4,5% até setembro de 2026 e o Brent se mantiver acima de US$ 95, o Executivo edita medida provisória de contenção tarifária antes do primeiro turno de outubro, comprimindo margens das distribuidoras mais expostas à Parcela A em 8-15% frente ao cenário-base.

1/4condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se IPCA 12m superar 4,5% até set/2026 e Brent seguir acima de US$ 95, então o Executivo edita MP de contenção tarifária antes do 1º turno de outubro, comprimindo margens das distribuidoras expostas à Parcela A em 8-15%.

Precondições 1/2

  • Não atendidaIPCA acumulado em 12 meses ultrapassa 4,5% até set/2026
    IPCA acumulado 12m: 4,22 % vs. gatilho > 4,50 % · em 202608
  • AtendidaBrent se mantém acima de US$ 95/bbl
    Petróleo Brent: 102,25 US$/barril vs. gatilho ≥ 95,00 US$/barril · em 2026-10-02

Resultados previstos 0/2

  • PendenteExecutivo edita MP de contenção tarifária antes do 1º turno de outubro/2026
    Verificar publicação de MP no DOU com objeto de contenção tarifária do setor elétrico até 04/10/2026 (data do 1º turno).
  • PendenteMargens das distribuidoras mais expostas à Parcela A caem 8-15% vs cenário-base
    Comparar margem EBITDA/líquida das distribuidoras (ex: Equatorial, Energisa, CPFL, Neoenergia) nos resultados 3T26/4T26 contra guidance/consenso pré-MP; aferir compressão de 8-15%.
Daemon sugere reclassificar como Não testável: premissa(s) do gatilho não se materializaram até o deadline.
Prazo: 2026-09-30
Macroeconomia21 de abr. de 2026Helena Marchetti
Não testável
Selic a 14,75% esmaga a demanda doméstica, mas não alcança o petróleo a US$ 89: o IPCA vai romper o teto antes de junho

Se o IPCA de abril superar 0,7% com WTI acima de US$ 85, o acumulado em doze meses rompe o teto de 4,5% antes de junho, aciona carta aberta do presidente do BC (Decreto 12.079/2024) e elimina qualquer corte de Selic até o primeiro trimestre de 2027. Se o IPCA de abril vier abaixo de 0,5% com petróleo recuando para US$ 75-80 (reabertura de Ormuz), o Copom de junho ganha espaço para sinalizar fim do ciclo de alta e a curva prefixada intermediária (DI jan/28, jan/29) fecha entre 30 e 50 pontos-base.

1/5condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 157 dias

Se o IPCA de abril/2026 superar 0,7% com WTI acima de US$ 85, então o IPCA 12m rompe 4,5% antes de junho/2026, aciona carta aberta do BC e elimina cortes de Selic até o 1T 2027.

Precondições 1/2

  • Não atendidaIPCA mensal de abril/2026 supera 0,70%
    IPCA mensal: -0,32 % vs. gatilho > 0,70 % · em 202608
  • AtendidaWTI se mantém acima de US$ 85/bbl no período
    Petróleo WTI: 91,11 US$/barril vs. gatilho > 85,00 US$/barril · em 2026-10-02

Resultados previstos 0/3

  • Não atendidaIPCA acumulado em 12 meses ultrapassa 4,5% antes de junho/2026
    IPCA acumulado 12m: 4,22 % vs. gatilho > 4,50 % · em 202608
  • PendentePresidente do BC publica carta aberta nos termos do art. 6º do Decreto 12.079/2024
    Verificar publicação de carta aberta no site do BC após divulgação do IPCA que romper o teto da meta
  • PendenteCopom não reduz a Selic em nenhuma reunião até o fim do 1T 2027
    Acompanhar atas e decisões do Copom de jun/2026 até mar/2027; previsão falha se houver qualquer corte nesse intervalo
Prazo: abr/2026Avaliação: IPCA de abril veio em 0,67% (BCB SGS 433). Os dois cenários condicionais miravam extremos (acima de 0,7% ou abaixo de 0,5%); nenhum disparou. O índice caiu no meio da forquilha — diagnóstico geral acertou (IPCA contido sem choque de oferta), mas a peça calibrou os gatilhos para extremos que não se materializaram. Aprendizado: condicionais com janela 0,5-0,7% deixam metade do espaço amostral fora do teste.
Macroeconomia18 de abr. de 2026Helena Marchetti
Pendente
Alívio cambial e petróleo em queda comprimem bens, mas o IPCA de serviços trava o Copom até o segundo semestre

Se o IPCA de abril (divulgação em meados de maio) vier abaixo de 0,50% e o núcleo de serviços subjacentes recuar para a faixa de 0,40%-0,45% no mês, o Copom ganha graus de liberdade para um corte de 50 pontos-base em setembro. Se o IPCA de abril superar 0,80%, a Selic a 14,75% deixa de ser teto e volta a ser degrau.

1/5condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se o IPCA de abril/2026 vier abaixo de 0,50% e o núcleo de serviços subjacentes ficar entre 0,40% e 0,45%, o Copom corta 50 bps em setembro/2026; se IPCA superar 0,80%, a Selic volta a subir acima de 14,75%.

Precondições 1/3

  • AtendidaIPCA mensal de abril/2026 fica abaixo de 0,50%
    IPCA mensal: -0,32 % vs. gatilho < 0,50 % · em 202608
  • PendenteNúcleo de serviços subjacentes de abril/2026 fica entre 0,40% e 0,45% no mês
    Conferir nota do BCB de núcleos de inflação (divulgada junto ao IPCA de meados de maio/2026); checar a série de serviços subjacentes.
  • Não atendidaIPCA mensal de abril/2026 supera 0,80%
    IPCA mensal: -0,32 % vs. gatilho > 0,80 % · em 202608

Resultados previstos 0/2

  • ErroCopom corta a Selic em 50 bps na reunião de setembro/2026 (Selic meta cai para 14,25%)
    fetch failed
  • ErroSelic meta volta a subir acima de 14,75% (deixa de ser teto)
    fetch failed
Daemon sugere reclassificar como Não testável: premissa(s) do gatilho não se materializaram até o deadline.
Prazo: 2026-09-30
Direito & Mercado15 de abr. de 2026Thiago Sus Sobral de Almeida
Pendente
Family offices brasileiros operam R$ 60 bilhões sem registro na CVM, e o regulador já precificou o custo de continuar ignorando

Consulta pública ou edital de audiência restrita sobre registro e reporte de estruturas de gestão patrimonial privada sai até dezembro de 2026; se a CVM atrasar, a Receita Federal antecipa o cerco via obrigações acessórias da reforma tributária (Lei Complementar 214/2025) aplicáveis a holdings patrimoniais a partir de janeiro de 2027.

0/2condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo em 88 dias

Se a CVM publicar consulta pública ou edital de audiência restrita sobre registro/reporte de estruturas de gestão patrimonial privada até dezembro de 2026, a previsão se confirma; caso contrário, a Receita Federal antecipa o cerco via obrigações acessórias da LC 214/2025 a partir de janeiro de 2027.

Precondições 0/2

  • PendenteCVM publica consulta pública ou edital de audiência restrita sobre registro e reporte de estruturas de gestão patrimonial privada até 31/dez/2026
    Monitorar página de Audiências Públicas da CVM (cvm.gov.br) e Diário Oficial até 31/12/2026 buscando edital sobre family offices, gestão patrimonial privada, single/multi family offices ou estruturas de wealth management.
  • PendenteCaso a CVM não publique, Receita Federal aplica obrigações acessórias da LC 214/2025 a holdings patrimoniais a partir de janeiro de 2027
    Verificar em jan/2027 se RFB editou instrução normativa regulamentando obrigações acessórias da reforma tributária (LC 214/2025) aplicáveis a holdings patrimoniais. Checar site RFB e DOU.
Prazo: 2026-12-31
Radar Global15 de abr. de 2026Claire Kovalenko
Pendente
Prediction markets caminham para US$ 1 trilhão nos EUA e o Brasil não tem sequer o instrumento jurídico para participar

Se a CVM não abrir consulta pública ou edital de Sandbox Regulatório para contratos de evento até o segundo semestre de 2027, a primeira plataforma relevante para brasileiros será estrangeira, operando fora do perímetro da Resolução CVM 175, e a tributação será resolvida post factum pela Receita Federal com enquadramento desfavorável ao contribuinte.

0/3condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo em 453 dias

Se a CVM não abrir consulta pública ou Sandbox Regulatório para contratos de evento até 2H/2027, então plataforma estrangeira liderará entre brasileiros e Receita tributará post factum de forma desfavorável.

Precondições 0/1

  • PendenteCVM não abre consulta pública nem edital de Sandbox Regulatório para contratos de evento até o fim do 2S/2027
    Monitorar agenda regulatória da CVM, editais de Sandbox e consultas públicas em cvm.gov.br até 31/12/2027

Resultados previstos 0/2

  • PendentePrimeira plataforma relevante de prediction markets para brasileiros é estrangeira e opera fora do perímetro da Resolução CVM 175
    Verificar reportagens de mercado e dados de uso (Polymarket, Kalshi etc.) por usuários brasileiros; checar se há oferta doméstica autorizada sob CVM 175
  • PendenteReceita Federal trata ganhos em prediction markets post factum com enquadramento tributário desfavorável ao contribuinte
    Acompanhar soluções de consulta, instruções normativas e autuações da RFB sobre ganhos em contratos de evento/prediction markets
Prazo: 2H 2027
Direito & Mercado13 de abr. de 2026Thiago Sus Sobral de Almeida
Não testável
Risco de contraparte cambial: a cláusula que dorme no contrato e acorda quando o dólar cai 3% em cinco pregões

Se o real se mantiver abaixo de R$ 5,05 nas próximas quatro a seis semanas e o Copom sinalizar manutenção da Selic em 14,75% na reunião de maio, ao menos uma corretora regional de câmbio ou DTVM de médio porte enfrentará desenquadramento de capital regulatório, gerando litígio contratual com clientes alavancados.

0/3condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 126 dias

Se o dólar PTAX ficar abaixo de R$ 5,05 nas próximas 4-6 semanas e o Copom mantiver a Selic em 14,75% na reunião de maio de 2026, então ao menos uma corretora regional de câmbio ou DTVM de médio porte sofrerá desenquadramento de capital regulatório com litígio contratual.

Precondições 0/2

  • Não atendidaDólar PTAX se mantém abaixo de R$ 5,05 nas próximas 4-6 semanas
    Dólar PTAX: 5,2238 R$ vs. gatilho < 5,05 R$ · em 2026-10-02
  • ErroCopom mantém Selic meta em 14,75% na reunião de maio/2026
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Resultados previstos 0/1

  • PendenteAo menos uma corretora regional de câmbio ou DTVM de médio porte sofre desenquadramento de capital regulatório e enfrenta litígio contratual com clientes alavancados
    Monitorar comunicados BCB (desenquadramentos de PR/capital regulatório de DTVMs e corretoras), notícias setoriais (Valor, Pipeline) e processos judiciais/arbitrais envolvendo clientes alavancados em câmbio até fim de maio/2026.
Prazo: mai/2026Avaliação: Premissa factual da previsão era 'Copom sinalizar manutenção da Selic em 14,75% na reunião de maio'. O Copom cortou para 14,50% em 30/abr — antes de maio — invalidando o pressuposto. Câmbio (R$ 5,01) ficou no range previsto, mas o gatilho de Selic não disparou. Previsão expira sem teste possível: o cenário condicional pressuposto deixou de existir.
Direito Regulatorio12 de abr. de 2026Arthur Severiano
Pendente
Selic a 14,75% comprime spreads e redistribui risco: o ciclo restritivo força repricing de crédito e concentração em renda fixa

Se o IPCA-15 de abril vier abaixo de 0,50% e as expectativas Focus de 12 meses recuarem para 3,8%, o Copom abre espaço para sinalizar corte de 25 pontos-base na reunião de junho de 2026; caso o índice repita leitura acima de 0,70%, a Selic permanece inalterada até setembro.

0/6condições atendidas
Verificado em 04 de out. de 2026· prazo vencido há 4 dias

Se IPCA-15 de abril vier abaixo de 0,50% e Focus 12m recuar para 3,8%, o Copom sinaliza corte de 25 bps em junho/2026; se IPCA-15 vier acima de 0,70%, Selic fica inalterada até setembro/2026.

Precondições 0/3

  • PendenteIPCA-15 de abril/2026 abaixo de 0,50%
    Conferir divulgação do IPCA-15 de abril/2026 pelo IBGE (geralmente 3ª/4ª semana do mês). Variação mensal < 0,50%.
  • PendenteMediana Focus para IPCA 12 meses à frente recua para 3,8%
    Conferir Relatório Focus do BCB nas semanas que antecedem o Copom de junho/2026. Mediana 12m suavizada ≤ 3,80%.
  • PendenteIPCA-15 de abril/2026 acima de 0,70%
    Cenário alternativo: leitura mensal do IPCA-15 abril/2026 > 0,70%.

Resultados previstos 0/3

  • PendenteCopom sinaliza corte de 25 bps na reunião de junho/2026
    Conferir comunicado e ata do Copom de junho/2026: presença de sinalização explícita de corte de 25 bps (decisão ou forward guidance).
  • ErroSelic permanece inalterada nas reuniões até setembro/2026
    fetch failed
  • PendenteSelic meta mantida nas decisões de junho, julho e setembro/2026
    Confirmar nos comunicados do Copom de jun/jul/set 2026 que a meta foi mantida em 14,75% (cenário condicional ao IPCA-15 > 0,70%).
Prazo: set/2026